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Solenidade Mulher de Negócio Sebrae

Mulher de negócio

Quem diz “mulher é sexo frágil”, não conhece as histórias de sucesso de Agda Oliver, Noildes Maria de Jesus e Jordana Saldanha.

Elas são as três representantes brasilienses que conquistaram o ouro nacional no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios (PSMN), nos anos de 2012, 2014 e 2015, respetivamente. Com o auditório do Sebrae-DF lotado na tarde de ontem, elas compartilharam suas histórias e receberam placas de homenagens da instituição.

Por trás de rostos maquiados, cabelos e unhas bem cuidados, as três empreendedoras mostraram que são mulheres de fibra e que batalharam para conquistar seu espaço no mercado de trabalho. Para a diretora de Gestão e Solução do Sebrae-DF, Cassiana Brandão, o prêmio retrata o verdadeiro papel da mulher na sociedade. “Que possamos aprender com elas e mostrar que, apesar das adversidades e desafios encontrados, somos capazes de superar as dificuldades”, exaltou.

Inovação

Mulher de negócio

A vencedora da edição de 2015 na categoria Pequenos Negócios, Jordana Saldanha, se destacou pela gestão elaborada e pela inovação à frente da empresa Salgadart, em Brasília, especializada em alimentos saudáveis. A empresária foi atleta da seleção brasileira de Kung Fu por 16 anos e chegou a ser repórter de televisão, mas encontrou no ramo alimentício o que faltava para o sucesso de sua carreira.

Jordana conta que nunca pensou em ser uma empreendedora, mas percebeu uma possível oportunidade desde à época em que era atleta e obrigatoriamente precisava ter uma boa alimentação.

“As coisas aconteceram pra mim, eu tive uma ideia, acabei fazendo um teste e vi que poderia dar certo”, contou. Por meio do Sebrae, a empresária deu início à implementação de processo de gestão, com objetivo de melhorar aspectos da produção.

“O Sebrae me proporcionou tirar um sonho do papel. O acompanhamento que tive foi essencial para o crescimento do meu negócio”, concluiu.

Superando obstáculos

No ano passado, Noildes Maria de Jesus levou o ouro na categoria Produtora Rural. Acreditando em sua capacidade de gerar renda e trabalho, ela partiu para cursos de capacitação e consultorias voltadas para sua atividade – o cultivo de morango e de hortaliças.

“Muita gente acha que só homem é capaz de pegar no pesado. Não tinha recursos, mas me preparei. Sou persistente e isso me motivou”, desabafou Noildes na solenidade de ontem, que contou com a participação da primeira-dama, Márcia Rollemberg.

agda

Para Agda Oliver, proprietária do Meu Mecânico, em Ceilândia, uma oficina especializada no atendimento a mulheres, e vencedora do prêmio no ano de 2012 também na categoria Pequenos Negócios, o sucesso está atrelado à vontade de vencer os obstáculos encontrados pelo caminho. Ela montou o negócio depois de ter sido enganada por um mecânico na hora de arrumar o próprio carro. Foi então que decidiu aprender tudo sobre o universo dominado por homens e montar um negócio inovador.

Agda sofreu preconceito, mas persistiu para que as pessoas acreditassem em seu potencial. “Meu maior desafio foi enfrentar o preconceito de homens e mulheres quando eu dizia que iria abrir uma oficina”, ressaltou.

Saiba mais

Ao encerrar a solenidade de homenagem às empreendedoras, o superintendente do Conselho Deliberativo do Sebrae-DF, Luiz Afonso Bermudez, disse que a premiação é uma forma de valorizar a mulher empreendedora, “reconhecer o esforço que foi feito por essas mulheres e fazer com que outras se encontrem no mesmo caminho”, afirmou.

Fonte: Jornal de Brasília



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